(ENCERRADO/ DEACTIVATED/ DÉSACTIVÉ)
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O que dizer de Piaf??!! Uma voz inconfundível, que canta com emoção e devoção à arte. Porém definitivamente uma voz difícil de ouvir, cheia de carregado sotaque, de um "q" de tristeza e melancolia que a muitos ouvidos não agradará definitivamente, além da própria cara antiga da música que Piaf fazia, com seus arranjos e sonoridade típicos das músicas das décadas de 30 e 40 e 50 aspecto este que dificulta e afasta ou ouvidos das novas gerações de ouvintes da música francesa. Posta-la em meu blog foi uma necessidade, a música francesa também é composta pelos grandes clássicos, Piaf é um deles, não pude deixa-la de fora. Édith Giovanna Gassion (de nome artístico Edith Piaf)nasceu em Paris, no ano de 1915, filha de Annetta Giovanna Maillard (de ascendência ítalo-cabila, referente à regiãoCabília (Tamurt Idurar ["terra montanhosa"] ou Tamurt Leqvayel [terra dos cabilas", em cabila; Kabylie, em francês) é uma região montanhosa do norte da Argélia, norte da África. O seu nome provém do árabe al-qabā'il ("as tribos") e cantava nas ruas e em cafés com o pseudônimo de Line Marsa. Seu pai, Louis-Alphonse Gassion, trabalhava no circo como contorcionista e teve um passado teatral. Esse disco reune grandes sucessos de Piaf como "La vie en rose" (1946), "Hymne à l'amour" (1949), "Milord" (1959), "Non, je ne regrette rien" (1960), o que nos dá uma dimensão de sua música. O Filme la Môme foi lançado em junho de 2007 só chegando ao cinemas brasileiros em agosto do mesmo ano com o título "Piaf - Um Hino Ao Amor" (originalmente "La Môme", em inglês "La Vie En Rose"), direção de Olivier Dahan. Piaf é uma artista como poucas, levou uma vida de excessos, de muitos amores, algumas tragédias e muito talento, isso é inegável, uma artista na vida e na arte, vivendo intensamente tudo o que pôde, um detalhe interessante de sua vida é que ela teve muitos amantes, os mais conhecidos foram com Marlon Brando, Yves Montand, Charles Aznavour, Théo Sarapo, Georges Moustaki e Marcel Cerdan. Édith Piaf morreu em 10 de outubro de 1963 emPlascassier (na localidade de Grasse nos Alpes Marítimos) aos 47 anos, com a saúde abalada pelos excessos, pela morfina e todo o sofrimento de uma vida. O transporte de seu corpo a Paris foi feito clandestina e ilegalmente e seu falecimento foi anunciado oficialmente em 11 de outubro em Paris. Édith faleceu no mesmo dia que seu amigo Jean Cocteau. ela foi enterrada no cemitério do Père-Lachaise, (division 97). No demais La Môme Piaf é o que este disco nos oferece, confiram, vale a pena. E assistam o filme. :-)
Fonte: Wikipédia ( parte das informações contidas aqui)
Eita que voltei no tempo dessa vez!!!Desireless, de nome artístico Claudie Fritsch-Mentrop, (Paris, 25 de dezembro de 1952) pasmem muita gente pensa que trata-se de um cantor, mas não é uma cantora francesa de origem tcheca. Entre 1986 e 1988, sua mais famosa canção "Voyage, voyage" ficou no topo das paradas de sucesso em praticamente todo o mundo, sendo um dos ícones dos anos 80, ainda lembrado por muita gente atualmente. E o que mais me admirou foi o fato dela não ter ficado num um disco, lançou mais 4 discos, sendo um de grandes êxitos.
Sabe o bom de ter um blog como esse é que me proporciono conhecer muito da música francesa, do mais antigo ao mais atual, fiquei bestificado quando encontrei esse Cd num blog disponível para download :-D, realmente gostei dele, mesmo com a roupagem pra lá de velha, os sons de midi, os arranjos e as típicas batidas oitentista. Os destaques desse álbum vão para as faixas: "Qui sommes nous?", "Hari Om Ramakrishna" e a inesquecível e eterna "Voyage, Voyage". Ela foi o primeiro single da Claudie, escrita por Jean-Michel Rivat e Dominique Albert Dubois. Voyage, Voyage foi regravada por outros artistas mundo afora como o Grupo Gregorian que fez um belo clip ambientado pela lenda do Rei Arthur, em 2007 foi regravada pela Kate Ryan, cantora de Dance da nova geração além de ter sua versão em espanhol realizada pela banda mexicana Magneto em 1990, chamou-se "Vuela, Vuela" e ser cantada ao vivo pelo já esquecido Bananarama esse ano em uma apresentação ao vivo!! :-O, ufa inspirei-me me!! Bom acho que é isso. Estilo: Pop Álbuns da Desireless
(selecionem e colem no navegador de vocês e serão levados para a página de donwload) (Os créditos do link vão para o dono do Blog música de todos os tempos, muito bom mesmo!! :-)
O Deep Forest surgiu no inicio da década de 90 e é formado por dois músicos franceses, Eric Mouquet e Michel Sanchez. Eles fazem o que veio se chamar de “World Music”, outros chamam de ethnic eletrônica, mixagem étnica com sons eletrônicos e dance beats ou chillout beats. Eles foram indicados ao Grammy Award em 1993 na categoria "melhor álbum de World Music" e em 1996 eles ganharam o Award pelo álbum Bohème de 1995, este teve parte do lucro das vendas destinada à caridade.Com vários discos lançados, uma carreira consolidada e um público fiel, o Deep Forest trás uma atmosfera nova, um que de New age com uma cara bem francesa, é pouco explorado esse estilo na França, uma pena gosto muito. Posso defini-los em duas palavras criatividade e sensibilidade. Os conheço a algum tempo, mas só recentemente parei para ouvi-los com atenção, realmente muito bom, recomendo.
Esse disco, lançado em 2004 reúne grandes sucessos da dupla francesa, que trás na bagagem hits como Sweet lulaby em uma versão 2004, Marta's song, Yuki song e Deep blue sea. Músicas de várias partes do mundo, apresentando a beleza da diversidade através das várias culturas exploradas em seu trabalho. Gênero: World music.
Link para vocês baixarem o disco aqui Video da música Marta's song, com uma bela letra em húngaro.
Algo de bom depois das últimas postagens decepicionantes. Chimène Badi é uma cantora jovem, mas com voz de qualidade, que canta com a alma. A descobri assistindo a uns clips franceses a alguns anos na época de seu primeiro disco, era a faixa "Entre nous" que virou clip. A escolhi após a difícil tarefa de escutar e selecionar algo que marque o meu leitor. Acredito ter feito uma boa escolha.
Porém, após tudo que disse, ela não é perfeita, algumas músicas desse disco, são, digamos um pouco cansativas, cheias de elevações vocais, constantes e exacerbadas. Não vejo tal aspecto como um elemento positivo, constantemente não, mas dá pra escuta-la bem. Ah, vale salientar que algumas músicas, poderiam ter uma sonoridade bem mais marcante, isso é decisivo em um disco a meu ver, sem contar a melosidade de outras. No demais, como uma cantora de variedades/pop suas músicas tem uma sonoridade similar a de cantores do mesmo padrão musical, temas como amor e virtudes e efeitos humanos, enfim. Dis moi que tu m'aimes é um disco, ainda sim, muito bonito, com músicas que emocionam, destaco as faixas "On a les amours qu'on mérite"(a melhor música do disco, na minha opinião), "Je ne connais pas son nom" e "Je ne cherche pas", faixa três do disco. Estilo: Variétés(variedades), pop.
Dis-mois que tu m'aimes 2004: Link alternativo com o Cd upado em 1 arquivo só, mas via e-mail dessa vez, ;-)
Cd+ coversVídeo montagem da música "On a les amours qu'on métire"
Um disco morno, quase frio. Carla Bruni, atual primeira-dama da França, lançou recentemente seu ultimo trabalho musical, e segundo boatos será o último de sua carreira, que Deus seja louvado (risos). Sinceramente, decepcionante, minha gente essa mulher não canta, só enrola, sua voz rouca e sensual não possui nenhum trabalho vocal digno que a qualifique como cantora, "Quelqu'un M'a dit", seu primeiro e bem sucedido disco, até que dá pra encarar e mesmo assim ela deixa um pouco a desejar, apresentando músicas fracas, como Raphaël, mas que passam em uma primeira escuta. Carlacanta sem talento, os arranjos e a melodias de várias músicas do disco são até interessantes, fora as letras polêmicas, como se pode verificar nas faixas: Tu es ma came, que faz alusão a seu atual marido, o Presidente da França, Nicolas Sarkozy ("Meu homem, eu enrolo e fumo"/"[amor] mais mortal que a heroína afegã, mais perigoso que a branca colombiana"), Je suis une enfant ("Continuo a ser criança, apesar de meus 40 anos, apesar dos meu trinta amantes"), Ta tienne, de sonoridade desagradável e irritante, ("Você é meu senhor, você é meu querido, você é minha orgia") e You Belong to me, única faixa em inglês, que não ganha nenhuma interpretação marcante. Ah, o disco possui uma faixa em italiano, que por sinal é a última, intitulada Il vecchio e il bambino (com texto de Frédérico Guccini), também fraca, curta, quando começei a ouvir terminou, (risos).
De 2007 a 2008 nossa cara ex-modelo e atual, por enquanto, cantora, alcançou o posto de primeira-dama ao casar-se com Monsieur Sarkozy e ganhou notoriedade além da França, sendo reconhecida como uma mulher bela e elegante, incluse em terras britânicas, a corte inglesa a viu com muito bons olhos e a Itália, seu lugar de origem, também reconheceu seu talento nas relações exteriores. Mas repito, como cantora, ela não tem jeito para a coisa, definitivamente. Estilo: Chanson, Acústico.
Link para caso vocês queiram ouvir o trabalho da moça, via email;
Christophe Maé, nascido em 16 de outubro de 1975, é um dos nomes recentes da música francesa. Entre seus trabalhos está a encenação do Monsieur no Musical Le Roi Soleil desde 2005. É conhecido por canções famosas como o "Ça Marche" e "Versailles vice". Escolhi esse disco porque imaginei que fosse um trabalho pra lá de interessante, mas sinceramente não me agradou tanto quanto imaginei que fosse.
Mon Paradis reúne 12 canções com cara de tropical, com uma jinga que lembra o Brasil, sei lá, algo assim com um raggea com toque de Caribe, Africa, acústico com arranjos pop, porém ambientadas por sua voz incomum, um tanto forçada, que tenta ser original, mas sabe aquele original que agrada pouca gente, justamente isso, o Christophe precisa de algo mais que sua voz estridente, muitas vezes irritante para se continuar a escutar. Esse Cd não foi a melhor das experiências que tive. Esperava sinceramente mais. Li criticas positivas e negativas sobre ele, muitas foram negativas e uma coisa que passei a notar foi que essa nova geração tenta agradar fazendo um cd misturado, cheio de alegre e triste, de um som animadinho e algo mais suave, para agradar a todos, criando um estilo comercial monótono e previsível, não que não possa ser assim, mas que não seja assim todo tempo. Me entenderam? O Maë nao fez diferente e sinceramente não vi muita originalidade nele não, fora sua voz que eu classificaria como no mínimo exótica. O que mais me chama atenção é que esse disco vendeu muito bem, foram cerca de 900.000 cópias na França, o mais vendido do ano, só perdeu pro Mika com seu álbum de estréia Life in Cartoon Motion, também lançado no início de 2007. Destaques? As faixas singles (Risos), On S'attache, Belle demoiselle e Mon paradis, teve outra, mas já tá bom demais.
Essa bela moça chama-se France Maisonneuve, uma das promessas artísticas do Québec, que lançou recentemente seu primeiro álbum, intitulado "Le bonheur tranquille". Este disco apresenta músicas agradáveis com uma roupagem bem interessante, onde nossa jovem cantora-interprete-compositora demonstra autenticidade e reúne qualidades inúmeras, um talento sem artifícios eu diria.
Le Bonheur tranquille, lançado em 28 de janeiro desse ano na Maison de la Culture de Gatineau, pelo selo Sphere Music, contem 11 faixas que revelam uma musica no mínimo envolvente, a exemplo temos Peur du passé, faixa 3, cheia de entusiasmo e de melodia tocantes. Um album essencialmente pop, cheio de voz cristalina, cheio de cordas e percussão, sons que nos levam de um dia ensolarado até as frias manhãs canadenses, cercadas de neve, numa mistura de calmo e agitado, realmente uma boa pedida, em flaar que ela é linda N'est ce pas? :-) Destaques para "Quelqu'un quelque part (simplesmente linda)", "Le gout de vivre (Fallait pas)", "Dehors" (Segundo single) e "Des mots d'espoir". O problema do disco é ser muito curto, na minha opinião, cabia seguro uma 12ª faixa sim senhor.