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sábado, 28 de fevereiro de 2009

Grégory Lemarchal - Olympia 06 2006

Não costumo postar discos ao vivo, e esse inicialmente não me pareceu interessante, mas depois da segunda, terceira audição, sabe que me soou muito bem! Bem Interessante, uma boa pedida pra quem gosta de música ao vivo, o Grégory mostra mais uma vez nesse álbum a potência de sua voz e sua afinação, apesar é claro, de ele, por característica, exagerar nos agudos, causandoi um certo desconforto, em especial quando o escutamos nos fones de ouvido, acho que é o aspecto negativo de seu trabalho. Este disco, gravado no Olympia em 2006 é o único trabalho ao vivo lançado pelo falecido Grégory Lemarchal em sua curta carreira, salientando o lançamento no ano posterior de um DVD do mesmo show, fruto da turnê realizada entre Maio a junho de 2006, na França, Bélgica e Suiça.
Olympia é um disco cheio de belas músicas, marcadas por uma sonoridade bem rock, mas ainda apresentando características de variété française e pop, grandes baladas, enfim, realmente um bom trabalho musical, contando com faixas memoráveis como Écrit une histoire, Je deviens moi, Je suis en vie, Même si (What you're made of) em dueto anglo-francês com Lucie Silvas e também com a Nolwenn Leroy , Je t'écris e Show must go on bem rock balads cantada em inglês pelo jovem Grégory. Algo posso dizer seguramente sobre ele, canta com emoção viu! Letras cheias de sentimento, de força positiva, de perseverança diante das intempéries da vida, apesar de as vezes serem bem melancólicas. Vale a pena conferir. Mais sobre o Grégory, visitem: www.gregorylemarchal.fr


link para download aqui

Trecho da do show no Olympia,versão de Même si(What you're made of) música com a Noween Leroy:


sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Serge Gainsbourg - Gainsbourg version femmes - 2000

Um disco cheio de músicas memoráveis que nos levam por uma época de um brilho único que pertenceu aos anos dourados de 60, 70 e ainda dos anos 80. sinceramente uma compilação pra lá de interessante, contendo gravações de grandes intérpretes femininas da musica francesa, todas compostas pela mente brilhante do boêmio Serge Gainsbourg, nome não menos conhecido de um dos grandes sucessos do show-biz francês. Talentoso compositor, soube trafegar por diversos ritmos e estilos, produzindo muitas músicas para filmes e trabalhos que vão do jazz ao rock e reggae, incluindo um álbum com Sly Dunbar & Robbie Shakespere na Jamaica.
Nascido em Paris, filho de judeus russos que emigraram para a França, fugindo da revolução de 1917 e filho de pai pianista que tocava em clubes da cidade, Gainsbourg construiu uma carreira cheia de escândalos e amantes. É difícil falar de alguém com tanto potencial, com o brilhantismo que o Serge teve, vou compilar as palavras de Sylvie Simmon que escreveu a biografia Serge Gainsbourg : Um Punhado de Gitane “um extrovertido tímido, um realista surreal, um iconoclasta que ansiava por tornar-se ele mesmo um ícone, um homem que podia beber com policiais num dia, assistir a filmes pornográficos com Dali no outro, fazer amor com algumas das atrizes mais belas do mundo (sem jamais deixar que elas o vissem nu) e morrer solitário em sua cama depois de uma vida inteira de auto-abuso absolutamente heróico, ou pelo menos incontestavelmente artístico”. E mais, "Foi ele que de forma cavalheira apresentou a chanson francesa ao pop. E fez com que o pop se encantasse com a nova amizade. Mostrou, com seus medos e sua ousadia, a face escondida do povo francês. O sempre sisudo francês e a sempre misteriosa francesa se apaixonaram por ele — às vezes não admitindo um amor por criação tão contundente."
Version Femmes oferece um leque de opções e de variações de Gainsbourg e suas colaboradoras, passando por nomes memoráveis, como Isabelle Adjani em Pull Marine, Bambou com a saudosa Lulu, a intensa Bigite Bardot em Harley Davidson (é engraçado como ela pronuncia essa palavra), Jane Birkin, que foi sua esposa, tem duas faixas inclusas nesta compilação, Fuir le bonheur du peur qu'il ne se sauve e L'aquoiboniste, Petula Clark, outro nome famoso dos anos 60 e 70 também aparece a leve e divertida La gadoue, Comment te dire adieu com a eterna Françoise Hardy possui essas mesmas características, com um ar mais sexy e envolvente, enfim, referências e mais referências podem ser dadas a esse trabalho que agrada às velhas e novas gerações, claro, os que sabem apreciar boa música, sendo que muitas delas são atemporais, ou ainda que presas ao tempo, continuam capazes de nos envolver e seduzir.




Já sabem, link para download aqui



Vídeo do Gaisnbourg e sua filha Charlotte Gainsbourg, bem escndaloso na época.


domingo, 8 de fevereiro de 2009

Olivier Miller - Génération Virtuel 2008

Uma das novas vozes da cena pop francesa, Olivier Miller, é sem sombra de dúvida uma boa pedida em termos de voz masculina, com este disco lançado no final do ano passado. O descobri recentemente e como estou fascinado pelo recente, nada mais que justo de posta-lo aqui. ele me lembra um pouco o Rob Thomas, musicalmente falando.
Estando logo cedo envolvido pelo mundo da música, graças a influencia de seu pai, baterista da banda Trèfle, Olivier viu-se influenciado por outros artistas também, tais como James Brown, Bob Marley e Billy Joël. o Rap, descoberto, nos anos 90, devido à influencia de seu irmão Jéremy é outro ponto específico que merece ser citado, além é claro do desenvolvimento, muito cedo, da composição de letras por ele próprio, fazendo gravações caseiras, assim como participando de corais onde começou a se projetar no cenário aritstico.
O Olivier pode ser classificado como um "pop urbano", uma mesclagem de influências que culminou em um estilo bem interessante. A maioria de hits do disco é up-tempo, ou seja, rápidos, alegres, mais dansantes, com algumas excessões como La maison d'Abraham, bem suave, com uma roupagem bem acústica. É válido também falar de um aspecto em comum nas músicas do Olivier que leva a certa similaridade entre elas, como a utilização do coral gospel, além de elementos orientais, que nos levam para cenários em países como Israel, Turquia, Egito, enfim, não que eu intencione visitá-los, não todos pelos menos, mas é esse impressão que dá ao ouvirmos o disco.
Sendo autor-compositor de seu trabalho, ele apresenta textos que variam entre o canto e o fala pripriamente dita, influencia do rap, falando sobre a vida, as mulheres e o amor, além de uma faixa em homenagem a seu pai, chamada Le même destin, vale a pena dar uma conferida. O problema maior deste trabalho é o que acontece commuitos artistas, músicas parecidas, similares demais ou quem pouco acrescentam à nossa audição. Estilo: Pop/Variété, destaque para génération virtuelle, Opérationnel, Sur un fil, La même direction.


Link para o disco via e-mail :-)
Ouçam Génération Virtuelle: